02 junho 2011

* Mais da metade dos paulistanos está insatisfeita com a forma com que os animais são tratados *

Os animais de estimação são unanimidade em São Paulo. De acordo com uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo, em parceria com o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), a cidade concentra 3 milhões de cães e gatos domiciliados, uma população de animais três vezes maior que a do município de Campinas, por exemplo. Isso, é claro, sem considerar os animais que vivem em estado de abandono, nas ruas. Um problema enfrentado pela maioria das cidades brasileiras.

O que não é unanimidade é a opinião sobre a forma com que os animais são tratados em São Paulo. Uma pesquisa realizada pelo Ibope em parceria com a Rede Nossa São Paulo, trouxe à tona os Indicadores de Referência de Bem-Estar do Município (IRBEM) de 2010. Entre os aspectos pesquisados, estavam alguns relacionados aos animais de estimação.

De acordo com o estudo, que entrevistou 1.512 pessoas entre os meses de novembro e dezembro do ano passado, 63% dos paulistanos estão “muito insatisfeitos” com a forma com que os animais são tratados, enquanto apenas 10% demonstraram contentamento com as políticas e campanhas para evitar o abandono de cães e gatos no município.


Gráfico retirado da pesquisa IRBEM. Fonte: Rede Nossa São Paulo.
Regiões

Os moradores da zona norte de São Paulo foram os que mais atribuiram notas baixas quando questionados sobre a forma com que os animais são tratados (70%), seguidos pelos da zona sul (65%).

Freguesia do Ó, Brasilândia e Perus foram os bairros que deram menores notas para as políticas e campanhas para evitar o abandono de cães e gatos. Em contrapartida, 22% dos moradores de Ermelindo Matarazzo e Itaquera se mostraram “totalmente satisfeitos” com as iniciativas desse gênero.

Quando o assunto é respeito aos animais, Santana e Tucuruvi teve a maior porcentagem de insatisfação (69%), seguido por Jaçanã, Tremembé, Vila Maria e Vila Guilherme (63%).

Acesse o site da Rede Nossa São Paulo para ver a pesquisa completa.

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* Quais os benefícios da castração *

VOCÊ PROPORCIONARÁ AO SEU ANIMAL, QUALIDADE E AUMENTO DA LONGEVIDADE.

FÊMEAS CASTRADAS

Não fogem atrás de machos, não atraem os machos para a porta da sua casa, onde os machos demarcam território com xixi.

Evita distúrbios comportamentais como: (gravidez psicológica), pingos de sangue deixados na época do cio, doenças como: tumores mamários (câncer de mama), piometra (câncer de útero), cistos ovarianos.

OBSERVAÇÃO: “Se castraar entre o 5° (quinto) mês e o 9° (nono) mês de vida da fêmea, reduz em cerca de 90% a probabilidade de desenvolver o CÂNCER DE MAMA.”

MACHOS CASTRADOS

Não fogem quando sentem o cheiro da fêmea no cio, captado a quilômetros de distância e a castração diminui ou pára a marcação de território e a agressividade, provocadas pelo aumento e o acúmulo de testosteronas, e brigas com outros animais.

Evita-se a hiperplasia da próstata (tumores nos testículos), que podem ser detectados a partir do 6° (sexto) ano de vida do macho. Além destes benefícios o desempenho de guarda do animal não é afetado.

PORQUÊ CASTRAR?

CASTRAÇÃO É A PRESERVAÇÃO DA VIDA.

Diminui-se o número de animais abandonados e ninhadas indesejadas . Um cachorra não castrada pode gerar, junto com seus descendentes cerca de (64.000) sessenta e quatro mil cachorrinhos entre machos e fêmeas em um prazo de (7 ) sete anos .

ONDE CASTRAR?


PROCURE UM VETERINARIO QUALIFICADO

Veterinário de sua confiança , ou indicado pela departamento de zoonoze , ong , campanhas gratuitas , com protetores voluntários , universidades ou na prefeitura da sua cidade . .

QUANDO CASTRAR?

Castrar a partir do quinto (5) mês ao décimo (10) mês de vida do animal , facilitando a recuperação pós-cirúrgica .